A defesa da iniciativa no Congresso tem sido feita pela rede Desarma Brasil, que reúne mais de 70 organizações não-governamentais de todo o país que apoiam o desarmamento. Assessora parlamentar da rede, Cilma Azevedo diz que a ideia se baseia na força de mobilização social que tem o futebol - em amistosos recentes, a seleção brasileira apresentou faixas apoiando o desarmamento.- A letalidade das armas de fogo é muito forte, e a gente vê que o futebol mobiliza as pessoas. Há muitos anos a CBF abre espaço para isso, esse ano foram duas vezes. Lá em Belém todo mundo gritou e aplaudiu com força na hora em que os jogadores abriram uma faixa pedindo o desarmamento.A adoção de temas relevantes do país-sede do Mundial é uma tradição - em 2010, por exemplo, os temas foram relacionados à educação, saúde e, principalmente, ao combate à Aids, doença que tem forte impacto na África do Sul.- O Brasil vai ter um tema social que retrata muito forte a realidade brasileira, mas pensando no mundo inteiro. O Brasil está agindo na nossa localidade, mas fazendo uma ação que impacta no mundo inteiro para que vidas sejam poupadas - diz Cilma.Outra ação proposta na campanha é a de que as armas sejam trocadas não só por ingressos, mas por bolas oficiais da competição e camisas autografadas das seleções. Também existe uma ideia de que o aço das armas entregues e destruídas seja utilizado na produção de traves e travessões para os gols do estádios que receberão jogos do Mundial e de campos de projetos esportivos da Fifa pelo mundo.Os idealizados do projeto defendem ainda que seja criada uma competição entre os países que aderirem à campanha. Eles esperam conseguir o apoio de artistas internacionais e jogadores de renome à causa.Fonte:G1
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
BACANÉRRIMO!!! Ministério da Justiça pede, e armas poderão valer ingressos em 2014
A defesa da iniciativa no Congresso tem sido feita pela rede Desarma Brasil, que reúne mais de 70 organizações não-governamentais de todo o país que apoiam o desarmamento. Assessora parlamentar da rede, Cilma Azevedo diz que a ideia se baseia na força de mobilização social que tem o futebol - em amistosos recentes, a seleção brasileira apresentou faixas apoiando o desarmamento.- A letalidade das armas de fogo é muito forte, e a gente vê que o futebol mobiliza as pessoas. Há muitos anos a CBF abre espaço para isso, esse ano foram duas vezes. Lá em Belém todo mundo gritou e aplaudiu com força na hora em que os jogadores abriram uma faixa pedindo o desarmamento.A adoção de temas relevantes do país-sede do Mundial é uma tradição - em 2010, por exemplo, os temas foram relacionados à educação, saúde e, principalmente, ao combate à Aids, doença que tem forte impacto na África do Sul.- O Brasil vai ter um tema social que retrata muito forte a realidade brasileira, mas pensando no mundo inteiro. O Brasil está agindo na nossa localidade, mas fazendo uma ação que impacta no mundo inteiro para que vidas sejam poupadas - diz Cilma.Outra ação proposta na campanha é a de que as armas sejam trocadas não só por ingressos, mas por bolas oficiais da competição e camisas autografadas das seleções. Também existe uma ideia de que o aço das armas entregues e destruídas seja utilizado na produção de traves e travessões para os gols do estádios que receberão jogos do Mundial e de campos de projetos esportivos da Fifa pelo mundo.Os idealizados do projeto defendem ainda que seja criada uma competição entre os países que aderirem à campanha. Eles esperam conseguir o apoio de artistas internacionais e jogadores de renome à causa.Fonte:G1